domingo, 5 de dezembro de 2010

HANDEBOLL


Handebol - Na falta de quadras específicas para o esporte pode-se utilizar a quadra do futebol de salão sem nenhum prejuízo

O Handebol é, sem dúvida, o esporte coletivo menos praticado no Brasil, se comparado ao Voleibol, ao Basquetebol e ao Futebol. A diferença mais significativa entre o futebol e o handebol é que o handebol é jogado com as mãos. Em termos gerais, é um esporte com bola, em que duas equipes disputam quem marca mais gols. Curiosamente, nós brasileiros, que adoramos gols, não apresentamos grande interesse pelo handebol. Talvez por ser um esporte que não é transmitido nem pela televisão e nem pelo rádio. Então, onde é que descobrimos como praticar o handebol? A resposta é simples: nas aulas de Educação Física (ainda que alguns professores insistam em não ensinar) e em alguns clubes.

Agora a pergunta principal: como se joga?

- São necessárias duas equipes de sete jogadores, da qual um é o goleiro. O goleiro, durante suas defesas, é o único jogador que pode encostar a bola no pé. Em qualquer outro caso, a bola deverá ser quicada, arremessada ou recebida com as mãos;

- A bola oficial para a prática do Handebol deve ser de couro e sua massa e tamanho variam conforme os sexos: a masculina é uma bola maior, medindo entre 58 cm e 60 cm de diâmetro, com massa entre 425g e 475g. A feminina tem tamanho entre 54 cm e 56 cm, e massa entre 325g e 400g;

- Oficialmente, a quadra deve medir 40 m x 20 m, e ter piso de madeira ou emborrachado, com duas áreas para goleiro que se localizam a seis metros do gol;

- A partida é composta por dois períodos de 30 minutos cada, com intervalo de 10 minutos;

- O ato de um jogador se deslocar quicando a bola é chamado de drible. A mão do jogador deve estar sempre aberta para que tenha um melhor domínio sobre a bola e, ao contrário do basquetebol, não é permitido conduzir a bola durante o drible. Além disso, o jogador não pode segurar a bola por mais de três segundos ou dar mais de três passos com ela;

- O tronco pode ser utilizado para interromper o andamento do adversário, mas braços e mãos nunca;

- É permitido tomar a bola do adversário com as mãos abertas. Porém, arrancar a bola ou agredir o adversário é contra as regras;

- O time marca ponto quando a bola ultrapassar totalmente a linha do gol;

- Quando a bola cruzar a linha lateral, é cobrado o tiro lateral: o atleta pisa com um pé na linha e, com a bola em mãos, recoloca-a em jogo. Nesse caso, os oponentes devem se localizar a, no mínimo, três metros de distância;

- Ao ocorrer qualquer lance irregular, a cobrança é feita no local onde ocorreu a infração. O time adversário pode formar uma barreira, desde que ela se posicione a três metros da cobrança. Uma curiosidade é que as faltas podem ser cobradas sem o apito do árbitro. Aliás, são dois árbitros por jogo, auxiliados por um cronometrista e um secretário responsável pela súmula;

- O famoso tiro de sete metros é caracterizado pela falta sobre um atacante, quando esse, ao arremessar a bola ao gol, é impedido por uma falta. Para essa cobrança, o árbitro deve apitar, autorizando a jogada. O jogador que executará o tiro deve cuidar para que seus pés não toquem ou ultrapassem a linha de marcação dos sete metros.

Ainda que no Brasil não haja quadras específicas para a prática do handebol, pode-se utilizar a do futebol de salão sem nenhum prejuízo, já que suas dimensões são as mesmas. Além do handebol de salão – mais tradicional – tornou-se comum, em alguns países, a prática recreativa do handebol na praia, que ficou bastante famoso em meados da década de 80 do século XX.

CAPOEIRA



Raízes africanas

A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.

No Brasil

Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.

A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.

Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.

Três estilos da capoeira

A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Distensões Musculares

Porque ocorre?

Ocorre por causa do alongamento exagerado das fibras que formam os músculos, acompanhado da ruptura de algumas delas. A dissensão é mais comum nos músculos da perna - especialmente na parte interna da coxa e na panturrilha. O alongamento exagerado é causado quando o músculo é exigido e alongado além de sua capacidade, geralmente como conseqüência de movimentos bruscos.


Sintomas

Os sintomas costumam ser dor aguda no local, inchaço e formação de hematomas.

Providências

Quando acontece uma distensão, o repouso do músculo afetado deve ser o procedimento número um. Continuar a movimentá-lo pode agravar a lesão e aumentar a dor. “É preciso colocar gelo no local o mais rápido possível, para diminuir a dor, a inflamação e o sangramento interno”. O tratamento com gelo deve ser repetido durante os primeiros dias. A aplicação de compressas quentes só deve ser feita depois desse tempo, para complementar o tratamento. Mas nunca imediatamente após a lesão. “O calor aumenta o inchaço e o sangramento”. Além do gelo, é necessário tomar analgésicos e antiflamatórios, mas sempre seguindo a orientação de um médico. Medicamentos como gel e pomadas para contusões não costumam ser eficazes nesses casos, uma vez que não conseguem penetrar até as fibras do músculo.


Prevenção

Para prevenir a distensão muscular e outros tipos de lesão, a principal recomendação é fazer um aquecimento e, principalmente, alongamento antes do início da atividade física. “O alongamento aumenta a capacidade de elasticidade dos músculos, o que melhora a resistência deles contra as lesões”, O cansaço muscular, a falta de preparo e a má alimentação também contribuem para o enfraquecimento das fibras.


Alimentação Overtraining Colágeno

Comer bem também serve para prevenir lesões musculares. Alimentos ricos em ferro (espinafre e feijão) e proteínas (leite e ovos) ajudam a aumentar a elasticidade e a capacidade muscular. O excesso de treinamento conhecido como overtraining, atinge o organismo por inteiro, com repercussões negativas em vários sistemas do corpo. A sobrecarga de exercícios físicos contribui para a perda da resistência dos músculos e facilita o aparecimento de lesões. Além da falta de alongamento, a falta de colágeno - uma proteína que permite a elasticidade dos tecidos - também é responsável pelas distensões musculares. Com o envelhecimento, a substância é produzida em menor quantidade pelo organismo.


COMO CURAR UMA DISTENÇÃO MUSCULAR

O Que Fazer. O Que Não Fazer

- Parar o exercício imediatamente quando sentir a dor. Continuar o movimento pode agravar a lesão; - Deixar o músculo lesado em repouso; - Colocar gelo no local. O gelo, além de ajudar a diminuir a dor, pode impedir o aparecimento do edema (inchaço) e do hematoma (mancha roxa na pele). Nas primeiras horas, deve-se aplicar compressas de gelo durante cerca de 30 minutos, de duas em duas horas; - Tomar analgésicos e antiflamatórios, sempre com a supervisão de um médico. Os remédios ajudam a diminuir a dor e aceleram o processo de recuperação do músculo; - Fazer fisioterapia. A movimentação do músculo, sempre com a supervisão de um profissional, é importante na recuperação, que leva de três a quatro semanas. A fisioterapia nesses casos é sempre indicada devido ao seu arsenal de terapias combinadas: Hidroterapia, Termoterapia, Crioterapia , e outros métodos. - Não continue a exercitar o membro, nem tente fazer alongamento para diminuir a dor; - Nunca aplique compressas quentes no local imediatamente após a lesão. O calor faz aumentar o sangramento interno do músculo e o aparecimento de edemas. O tratamento com calor pode ser feito após o período inicial de tratamento com gelo, para ajudar a diminuir a dor; - Evite fazer massagens no local, isso pode ajudar a agravar a lesão; - Não é necessário imobilizar o membro lesado; - Gel e pomadas para contusões não têm grande efeito no tratamento de distensões musculares, pois não penetram até as fibras musculares lesadas. O repouso do local da lesão é muito indicado.
Estiramento Muscular



O estiramento muscular é uma lesão indireta que caracteriza-se pelo “alongamento” das fibras além dos limites normais, também chamados de fisiológicos. Estão entre as lesões mais freqüentes nos esportes e modificam significativamente os hábitos de treinamento e competição dos praticantes.

Existem grupos musculares mais propensos a este tipo de lesão, como os músculos posteriores da coxa, os músculos da panturrilha, musculatura interna da coxa e o músculo anterior da coxa. Estudos indicam a junção músculo-tendão ou a região distal do ventre muscular como o principal local da lesão, porém qualquer ponto ao longo do músculo é suscetível à lesão.

A história de quem sofre uma lesão é marcada por uma dor súbita durante a realização de um movimento esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido. A intensidade da dor é variável e geralmente provoca desequilíbrio e interrupção do movimento.

A classificação dos estiramentos tem importância no diagnóstico, já que identifica e quantifica a área lesada do músculo, os fenômenos concomitantes, a gravidade, os critérios de tratamento, o tempo de afastamento do esporte e a previsão de seqüelas.



Podemos classificar os estiramentos de acordo com as dimensões da lesão em:



· Grau I – é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão < 5 do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode ser ausente no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos estruturais mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.



· Grau II - O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (lesão > 5 e < 50 do músculo). São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. A resolução é mais lenta.



· Grau III - Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão > 50 do músculo), resultando em uma importante perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada à muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal à lesão devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível.

O diagnóstico deve abranger uma história e exames clínicos adequados. O exame clínico está baseado na queixas de dores localizadas, dores à contração isométrica e à palpação. O exame da ultra-sonografia complementa o diagnóstico. O diagnóstico precoce, assim como a prescrição de tratamentos específicos são importantes na abordagem dos estiramentos. Um atleta, exposto a qualquer negligência de diagnóstico, certamente aumentará seu período de reabilitação e retardará seu retorno às atividades habituais de competição.

Os fatores predisponentes aos estiramentos são: deficiências de flexibilidade, desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas (agonistas e antagonistas), lesões musculares pregressas, distúrbios nutricionais e hormonais, infecções, fatores relacionados ao treinamento, incoordenação de movimentos, técnica incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura na corrida, discrepância de comprimento de membros inferiores, diminuição da amplitude de movimento. Porém é a contração rápida e explosiva, que fundamentalmente, proporciona o surgimento da lesão.

Os fatores de produção da lesão são diversos e é importante saber detalhes da história clínica e do mecanismo da lesão: o estado de condicionamento físico do atleta, se sofreu a lesão no início ou no final da competição, como foi feito o aquecimento, condições climáticas e o estado de equilíbrio emocional, se o atleta lesionado foi muito exigido na competição.
Após tratamento inicial na fase aguda da lesão, com gelo, repouso, elevação, uso de antiinflamatórios, prescritos por um profissional médico, ultra-som pulsátil, TENS e laser, inicia-se a recuperação do movimento ativo, com carga que não produza dor. A inclusão dos exercícios de alongamentos são fundamentais na recuperação da lesão.

Após esta seqüência, utiliza-se os exercícios de recuperação funcional que têm como objetivo retornar o atleta ao nível de atividade antes da lesão, restaurando a estabilidade funcional e os padrões de movimentos específicos para o esporte, minimizando o risco de nova lesão.

A evolução do tratamento deve obedecer a uma avaliação diária da dor, amplitude do movimento, força muscular e a sensação subjetiva do paciente.

Nas atividades esportivas, existe uma permanente preocupação com o atleta de alto nível, no cumprimento do planejamento de treinamento e na manutenção do estado atlético. Negligenciar o tratamento leva freqüentemente a recidivas, com novas lesões no mesmo músculo e que podem resultar seqüelas e longos períodos de afastamento do esporte.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Essa pesquisa foi feita por Bruna Isabella M. Segantini n° 03 e Gabriela A. Rossarolla n°05
Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2010
Assim como nos últimos mundiais, este ano a competição também terá a presença de 32 seleções, que foram classificadas através do processo eliminatório iniciado em 25 de agosto de 2007 e finalizado em novembro de 2009.
As vagas estão distribuídas pela confederação africana com seis vagas (incluindo o país-sede), asiática com quatro, norte-americana, centro-americana e caribenha com três, sul-americana com quatro e europeia com treze. A oceânica disputou uma vaga de repescagem com o quinto colocado das eliminatórias asiáticas. Há uma outra vaga de repescagem, que foi disputada entre o quinto colocado das eliminatórias sul-americanas e o quarto colocado das eliminatórias norte-americana, centro-americana e caribenha.
Pela primeira vez na história das Copas, a Coreia do Sul e a Coreia do Norte vão competir simultaneamente. Na única vez em que a Coreia do Norte competiu, em 1966, a Coreia do Sul não estava presente. Também é inédita a participação de duas seleções da Oceania em uma mesma edição do mundial, assim como a participação recorde de seleções africanas, seis no total. Destaca-se ainda, a 19ª participação do Brasil no torneio, mantendo sua marca de ser a única seleção a participar de todas as edições.

Copa do mundo 2010

Tabela dos jogos

1ª Fase a - 1ª Rodada
data hora jogos local
11/06 11:00 África do Sul x México
Johannesburg
11/06 15:30 Uruguai x França
Cidade do Cabo
12/06 08:30 Coréia do Sul x Grécia
Porto Elizabeth
12/06 11:00 Argentina x Nigéria
Johannesburg
12/06 15:30 Inglaterra x Estados Unidos
Rustenburg
13/06 08:30 Argélia x Eslovênia
Polokwane
13/06 11:00 Sérvia x Gana
Pretoria
13/06 15:30 Alemanha x Austrália
Durban
14/06 08:30 Holanda x Dinamarca
Johannesburg
14/06 11:00 Japão x Camarões
Bloemfontein
14/06 15:30 Itália x Paraguai
Cidade do Cabo
15/06 08:30 Nova Zelândia x Eslováquia
Rustenburg
15/06 11:00 Costa do Marfim x Portugal
Porto Elizabeth
15/06 15:30 Brasil x Coréia do Norte
Johannesburg
16/06 08:30 Honduras x Chile
Nelspruit
16/06 11:00 Espanha x Suíça
Durban
1ª Fase a - 2ª Rodada
data hora jogos local
16/06 15:30 África do Sul x Uruguai
Pretoria
17/06 08:30 Argentina x Coréia do Sul
Johannesburg
17/06 11:00 Grécia x Nigéria
Bloemfontein
17/06 15:30 França x México
Polokwane
18/06 08:30 Alemanha x Sérvia
Porto Elizabeth
18/06 11:00 Eslovênia x Estados Unidos
Johannesburg
18/06 15:30 Inglaterra x Argélia
Cidade do Cabo
19/06 08:30 Camarões x Dinamarca
Pretoria
19/06 08:30 Holanda x Japão
Durban
19/06 11:00 Gana x Austrália
Rustenburg
20/06 08:30 Eslováquia x Paraguai
Bloemfontein
20/06 11:00 Itália x Nova Zelândia
Nelspruit
20/06 15:30 Brasil x Costa do Marfim
Johannesburg
21/06 08:30 Portugal x Coréia do Norte
Cidade do Cabo
21/06 11:00 Chile x Suíça
Porto Elizabeth
21/06 15:30 Espanha x Honduras
Johannesburg
1ª Fase a - 3ª Rodada
data hora jogos local
22/06 11:00 França x África do Sul
Bloemfontein
22/06 11:00 México x Uruguai
Rustenburg
22/06 15:30 Grécia x Argentina
Polokwane
22/06 15:30 Nigéria x Coréia do Sul
Durban
23/06 11:00 Estados Unidos x Argélia
Pretoria
23/06 11:00 Eslovênia x Inglaterra
Porto Elizabeth
23/06 15:30 Austrália x Sérvia
Nelspruit
23/06 15:30 Gana x Alemanha
Johannesburg
24/06 11:00 Paraguai x Nova Zelândia
Polokwane
24/06 11:00 Eslováquia x Itália
Johannesburg
24/06 15:30 Camarões x Holanda
Cidade do Cabo
24/06 15:30 Dinamarca x Japão
Rustenburg
25/06 11:00 Coréia do Norte x Costa do Marfim
Nelspruit
25/06 11:00 Portugal x Brasil
Durban
25/06 15:30 Suíça x Honduras
Bloemfontein
25/06 15:30 Chile x Espanha